
Foi lançado para a Folha De São Paulo o livro de Vincenzo Scarpellini "São Paulo, desenho e Prosa da Cidade.”
Para todos nos este livro tem um significado especial, por Vincenzo ter sido o diretor da Escola de ArtiVisive desde a inauguração ate o ano 2006. Rever os desenhos e reconhecer o estilo inconfundível do projeto gráfico, permitiu-me reparar mais uma vez o quanto ele foi fundamental para os alunos que tiveram a oportunidade de te-lo como mestre.
Gostei muito do texto sobre o livro do jornalista Marco Augusto Gonçalves:
“Não é raro que São Paulo provoque em seus visitantes uma reação ao mesmo tempo de repulsa e fascínio. A cidade choca e impressiona em sua amplitude, em sua trama urbana confusa, em sua bizarrice arquitetônica e em seu obsceno contraste entre luxo e miséria.Mas também não é incomum que, passado o susto, o estrangeiro comece a entrever pelas frestas da Pauliceia a beleza inusual deste ou daquele aspecto urbano, a paz insuspeitada de bairros verdes e residenciais, o dinamismo criativo da modernidade selvagem e o cosmopolitismo de um lugar feito de gente de todos os cantos.
Para um europeu, mais habituado a cidades médias, em geral ordenadas e pacatas, o choque pode ser mais perturbador. E a paixão também. Foi o que aconteceu com Vincenzo Scarpellini, italiano nascido em Ascoli Piceno, formado em design e jornalismo em Roma, que tem agora desenhos e textos sobre São Paulo reunidos num simpático volume com capa dura lançado pela Publifolha.O material de "San Paolo" é a produção do autor para a seção "Urbanidade", que foi publicada entre 2000 e 2006 ao lado da coluna de Gilberto Dimenstein, no caderno Cotidiano. São situações paulistanas filtradas por uma visão peculiar --é como se redesenhasse e repintasse a cidade ao mesmo tempo em que a registrava.
Scarpellini chegou ao Brasil no final da década de 90, convidado a participar de uma reformulação visual e editorial da revista "Manchete".Não passou em branco pela Cidade Maravilhosa, mas ela não chegou a balançar assim o seu coração. Elegante e cordato, o tipo de homem que pode ser descrito como um príncipe, enamorou-se mesmo foi da feiosa e movimentada capital Bandeirante quando nela se fixou, contratado pela editora Abril. Posteriormente na Folha, foi responsável por uma reformulação gráfica do jornal.Scarpellini logo se encantou com o velho e decadente "centrão" da cidade e não tardou a alugar um apartamento na praça da República, bem em frente ao edifício Itália. Depois, casado, morou num prédio projetado por Niemeyer, o Eiffel. Adorava passear pelo centro e se tornou quase um especialista em São Paulo.
A vida, infelizmente, foi-lhe demasiadamente breve --morreu em julho de 2006, aos 41 anos.
Mas a arte é longa e seu belo e colorido legado, em parte reunido neste "San Paolo", permanece vivo."

O Prêmio Max Feffer de Design Gráfico foi criado com o objetivo de reconhecer o talento dos profissionais, valorizar trabalhos desenvolvidos em papel e estimular a nova geração.
Considerado a premiação em dinheiro de maior valor deste mercado, tornou-se um importante acontecimento anual. Ícone do design gráfico brasileiro, o prêmio utiliza os produtos da Suzano como material para os trabalhos de quem transforma papel em arte.
A cada nova edição, registra número recorde de inscrições. É crescente também a qualidade dos trabalhos e diversificação do uso de produtos da empresa na concepção e execução dos trabalhos.
Aberto aos diretores de arte, de criação, designers, produtores de agências, outros profissionais e aos estudantes que desenvolveram peças gráficas impressas do segmento promocional, editorial e embalagens, tem conquistado, anualmente, maior relevância e reconhecimento entre os profissionais do mercado de comunicação.
Em sua sétima edição, o Prêmio Max Feffer de Design Gráfico premiará 15 peças nas seguintes categorias: editorial, Promocional, Embalagem, Miscelânea e Estudantes.
Veja aqui o regulamento.
www.premiomaxfeffer.com.br/regulamento.aspx

Sexta-feira dia 11, os alunos do curso de Graphic Design 3, envolvidos em um projeto editorial coordenado por Edu Hirama, foram visitar a sede da revista Trip, para entender ão vivo as dinâmicas de trabalho de uma redação.
Agradecemos o Diretor editorial Fernando Luna e todas as pessoas da Trip Editora pela disponibilidade.




No dia 11 de abril de 2007 os alunos de Arti Visive receberam o diretor de arte e artista gráfico Kleber Matheus que falou sobre sua experiência profissional com grandes marcas como Ellus, Arezzo, Schutz, Néon, Fit e como emprega sua arte em diferentes suportes.
Tanto como Editor e Diretor de arte do 2fanzine – uma das mais renomadas publicações independentes do momento, exemplo único de experiências gráficas e conteúdo editorial como seu trabalho de arte em néons exposto nas galerias Triângulo, Fortes Vilaça, House Erika Palomino e Deitch Gallery, NY (colaboração com AVAF).

Trabalho de Andre Giacomucci inspirado ao movimento holandes De Stijl
Sob a coordenação da docente de historia da gráfica Mari Pini os alunos de Graphic Design 2 desenvolveram varias propostas impressas de jornais e revistas baseadas nos movimentos gráficos mais significativos estudados em aulas com o objetivo de aplicar de uma forma pratica o que foi lecionado.
Foram analisadas tanto a proposta editorial como a harmonia entre a informação e o movimento artístico adotado.